quarta-feira, 6 de agosto de 2014

NÃO HÁ ILEGALIDADE NO PROJETO, DIZ PREFEITO DE MARTINÓPOLE


Na noite de ontem (05), no Centro de Informática aconteceu uma reunião com os trabalhadores já capacitados para trabalhar na fábrica de calçados instalada em Martinópole, além de outras pessoas também estava presente o prefeito James Bel, que segundo o mesmo fez questão de participar da reunião e prestar esclarecimentos sobre o interesse de incentivar a instalação de indústrias no município e dá sua versão sobre os motivos da rejeição do projeto de Lei 008/2014 pelos vereadores de oposição e principalmente pela mesa diretora daquela casa; Segundo o prefeito o referido projeto foi enviado pela primeira vez para apreciação dia 24 de abril do corrente ano.



O senhor Danilo Carneiro representante da empresa de calçados em Martinópole, disse que já fez os primeiros investimentos o qual foi adequar o prédio onde está instalada a fábrica, capacitou os jovens que trabalharão inicialmente e adquiriu máquinas novas. “Apesar do impasse existente entre o Poder Executivo e Legislativo Municipal, vamos iniciar os trabalhos de produção até que o assunto seja resolvido, pois existem apenas duas saídas: Começar a trabalhar ou arrumar tudo e irmos se instalar em outra cidade”, frisou Danilo.



Danilo acrescentou que, quase todos os dias aparecem vereadores e prefeitos na sede da nossa empresa pedindo que instale uma filial em suas cidades, aqui aparenta o contrário, querem é tirar.



O prefeito afirmou que não há ilegalidade em disponibilizar espaço físico para que as empresas se instalem na cidade e muitos menos em conceder a isenção de tributos municipais, onde o referido benefício fiscal será um dos motivos de atração das mesmas. “Não há nenhum impacto orçamentário-financeiro, ao contrário, será positivo para o município, com a geração de emprego e renda vem o desenvolvimento local, o dinheiro circula no comércio, aumenta as vendas e consequentemente melhorará a vida da nossa população”, completou James Bel.



O prefeito ainda disse que, dia 29 de julho foi solicitado a Presidenta da Câmara, vereadora Bruna Aguiar, uma audiência pública com os vereadores e o corpo jurídico e contábil das duas casas no sentido de esclarecer a população os reais motivos pelo qual o projeto foi rejeitado, assim, o povo poderia ouvir as duas partes e tirar suas conclusões, mas a proposta não foi aceita.



Em resposta a solicitação feita pelo executivo, como consta em documentos analisados por nossa produção, o assessor jurídico da Câmara Municipal de Martinópole José Hélio Arruda Barroso, deixa claro que aquela casa legislativa não se opõe a realização de audiência pública para rediscussão da matéria que é de interesse público desde que o Executivo sane as irregularidades constitucionais, porém informa que a Procuradoria Municipal prefere um debate da matéria no âmbito técnico e institucional entre o Poder Executivo e Poder Legislativo.



Ainda com a palavra, James relembrou a situação em que assumiu o comando do município, lembrando os valores pagos aos servidores públicos que muitos não recebiam nem meio salário-mínimo. “Minha intenção é melhorar a vida do povo da minha cidade onde nasci, cresci, estudei, me formei e hoje sou prefeito, sei que não é fácil, pois sentir na pele as dificuldades. Infelizmente o município não tem condições de empregar dez mil pessoas, por isso tenho que proporcionar outros meios para o desenvolvimento do município e a instalação de indústrias é uma delas, o mínimo que posso fazer é oferecer oportunidade de trabalho como por exemplo, as dezenas de empregos nos canteiros de obras na cidade e o Pró-Jovem que emprega hoje dezenas de jovens”. Disse James Bel prefeito de Martinópole.

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