segunda-feira, 6 de maio de 2013

CIRO COBRA IDEIAS E NÃO SE CANDIDATO É “CHICO, MANOEL OU ROLA-BOSTA”


“Ao defender o trabalho que o governador Cid Gomes (PSB) vem realizando à frente do Ceará, o irmão dele, o ex-deputado federal Ciro Gomes (PSB), afirmou que pensar na continuidade do projeto em curso no Estado é mais importante do que discutir nomes para a sucessão em 2014. “Em vez de ficar Chico, Manoel, ‘rola-bosta’, quem é que vai ser o candidato, nós vamos defender um conjunto de ideias e ver quem é mais capaz, mais coerente, de fazer isso acontecer pro povo do Ceará”, disse Ciro, durante o ato ecumênico em comemoração aos 50 anos de Cid, na última sexta-feira, (3).

Em seguida, pontuou que “rola-bosta” é a forma como tipo de besouro é popularmente conhecido – trata-se da espécie Digitonthophagus gazella. “Não é por nada não”, riu-se Ciro, ao brincar com a hipótese de tal inseto como possível alternativa a substituir seu irmão no Palácio da Abolição.

O ex-deputado garantiu que nem ele, nem Cid serão candidatos nas próximas eleições e mencionou a possibilidade de indicação de nome do próprio PSB para a disputa. “Não podemos fazer isso como imposição, mas dialogando com os parceiros, conversando fraternalmente e sem qualquer tipo de imposição. Respeitando a justa pretensão de quem deseja, quer ser candidato, e colocar também nossa justíssima proposição de ter um nome nosso do PSB para a candidatura do governo”, argumentou Ciro.

Para ele, o PSB se qualificou para isso ao longo da gestão de Cid, basta ver a obra “extraordinária” que tem sido realizada. “Basta ver a bancada estadual, federal, o presidente da Assembleia Legislativa (Zezinho Albuquerque), a Prefeitura de Fortaleza (Com Roberto Cláudio). Sem desmerecer ninguém, o projeto tem uma ideia, tem um projeto para o Ceará”, disse, destacando a possibilidade de dobrar o Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.

Ao mesmo tempo em que elogiou obras de Cid, Ciro mencionou também o desafio da segurança pública. “Precisamos restaurar os padrões de disciplina do corpo policial do Ceará, hoje apodrecido, infestado de marginais, a serviço de um projeto político salafrário. Isso tudo é coisa grave”, disparou.”

(FONTE O POVO)





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