quinta-feira, 17 de março de 2016

NOSSO PROBLEMA ESTÁ NO SEGUINTE: A MANIPULAÇÃO DA INFORMAÇÃO QUE CHEGA ATÉ NOSSAS CASAS

Por Luciano Silva
Como diz o ditado: “Eu já sabia”,

Pois é, muito antes do depoimento do acusado do assassinato do radialista Gleydson Carvalho, já pensávamos na hipótese de uma acusação a pessoas que sempre procuraram resolver os assuntos por meio da justiça e não com as próprias mãos; Aconteceu.

Hipoteticamente o acusado do crime sentindo-se pressionado e aliciado, fez com que o mesmo fizesse uma confissão. Sabe se lá quem e o que ofereceram em troca de uma confissão supostamente falsa. Ofereceram uma redução de pena? O que é previsto em Lei quando o réu se torna delator, colaborando com as investigações. Ofereceram advogado? Explicaram ao réu a situação do mesmo e a previsão de tempo na cadeia caso não delatasse alguém?  “No jogo, tudo é possível”. São estas e tantas outras indagações que ficam no ar que só DEUS sabe respondê-las.

Uma coisa é alguém citar em juízo ou não, acusar o próximo, dá falso testemunho, outra é conseguir provar por meios concretos, pois qualquer bandido pode acusar alguém, “não tem nada a perder mesmo!”.

Muitos sabem que existe a presunção de inocência e o ônus da prova. Então até que se prove o contrário, a Lei diz que somos todos inocentes.


Todos aqueles da convivência de James e demais pessoas são testemunhas que ele foi sempre o primeiro a dizer: “NÃO”, quando alguém tratava de violência no que desrespeitava ao assunto do radialista, como em qualquer outro caso, isto é fato.

O que se via e ouvia pelas ruas e não é segredo para ninguém, era a indignação de familiares e amigos próximos de James, por ele ficar quieto enquanto os outros "BATIAM" nele todos os dias, era no rádio, no Facebook através de fakes ou "opositores" a James.

Quando o mesmo era incentivado por terceiros a tomar providencias severas, James sorria e dizia: - “DEIXA PRA LÁ, DEIXA FALAREM”. Todas as ações tomadas por James, foram através da justiça.

Não estamos aqui defendendo ou acusando ferrenhamente alguém, mas colocando nosso ponto de vista, dando nosso depoimento, inquirindo, fazendo você refletir e buscar respostas. 

Mas você já se perguntou porque determinada pessoa sabe lá de onde se desloca do seu estado supostamente convidado por alguém para fuçar neste fato lamentável? Tenho a ligeira impressão que certas postagens ou matérias publicadas na internet quer pressionar e constranger as autoridades que cuidam do caso. Particularmente, acredito na impessoalidade e competência das autoridades. Portando, não tem porque constrange-los com a publicidade de documentos que serão arrolados no processo e que estará disposição dos interessados.

Finalizo, citando novamente o texto da Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 5.°, inciso LVII: "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". Desta forma, o acusado de ato ilícito tem o direito de ser tratado com dignidade enquanto não se solidificam as acusações, já que pode-se chegar a uma conclusão de que o mesmo é inocente.

Texto baseado em depoimentos de pessoas de Martinópole

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