sábado, 19 de março de 2016

SER OU ESTAR



Tenho observado com cautela o comportamento das pessoas e suas atitudes na vida em sociedade. E seja no ambiente corporativo, familiar, político, social, enfim, qualquer que seja o meio no qual estejam inseridas, tenho observado a instabilidade, a ausência de propósitos, a fragilidade das personalidades, diante de questões diversas que lhes são impostas. As pessoas parecem tomadas por um senso de urgência, um imediatismo bajulador, através dos quais manifestam-se em defesa de interesses de curto prazo, esquecendo-se que a vida de cada um só pode ser valiosa se construída em bases sólidas.

Há uma inversão recorrente dos valores: as pessoas deixam de SER o que sempre foram e passam a ESTAR o que lhes convém.

SER: sou pai, sou a profissão que escolhi me formar, sou amigo de certas pessoas. O “Ser” é algo profundo, duradouro, é aquilo que não se pode ser tirado ou perdido, é a nossa personalidade mais profunda, são as nossas opiniões e escolhas.

Já o “ESTAR” é passageiro e transitório, é o cargo que ocupo mas que não é meu, é uma condição social que hoje é mas amanhã pode ser mudada. O ESTAR nunca deveria influenciar nossa personalidade e modificar o nosso SER.

Uma personalidade, assim como uma carreira profissional se constrói ao longo dos anos, com disciplina, dedicação e escolhas certas, os alicerces é que são a sustentação da casa, assim como a experiência e o conhecimento é que são a base de uma carreira de sucesso...Não se engane com o Q.I. (quem indica), porque na hora H o que conta mesmo é o conhecimento adquirido e a inteligência emocional que se possui.

Nenhuma empresa valoriza pessoas sem personalidade e nunca confunda SER ou ESTAR.
Adaptado por Luciano

"Preocupe-se mais com a sua consciência do que com sua reputação. Porque sua consciência é o que você é, e a sua reputação é o que os outros pensam que você é. E o que os outros pensam, é problema deles.

Bob Marley

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