quarta-feira, 23 de março de 2016

REPRISE: NOSSO PROBLEMA ESTÁ NO SEGUINTE: A MANIPULAÇÃO DA INFORMAÇÃO QUE CHEGA ATÉ NOSSAS CASAS



Queridos leitores e amigos martinopolenses, estamos reprisando esta postagem devido a grande coincidência do texto produzido pelo nosso amigo e colaborador professor Luciano Silva, antes mesmo de saber do conteúdo da entrevista do prefeito de Martinópole, James Bel, cedida ao repórter do Portal 180, Rômulo Rocha, publicada hoje 23/03/2016 às 09h43.

No texto escrito por Luciano Silva, no dia 17 de março de 2016, ele se fundamenta em relatos de populares da cidade de Martinópole, faz questionamentos sobre os fatos relacionados às matérias publicadas pelo referido repórter.

Segundo uma minuciosa analise feita pelo professor Luciano, das entrevistas de Rômulo com o promotor de justiça Evânio Pereira e o delegado de policia civil Herbert Ponte, fica claro que tais publicações aparentemente tem o sentido não só de esclarecer os fatos, mas também de constranger as autoridades do judiciário, policia civil, secretário de segurança do estado do Ceará e até mesmo o governador.

Também em seu texto, Luciano relata que quando James era incentivado por terceiros a tomar providencias severas, James sorria e dizia: - “DEIXA PRA LÁ, DEIXA FALAREM”. Todas as ações tomadas por James, foram através da justiça”.

A equipe do 180 localizou na Vara Única de Martinópole esse processo contra Gleydson Carvalho, cujo autor era o prefeito James Bel, oriundo de um inquérito policial, datada do dia 20 de julho de 2015, o que confirma a analise do professor Luciano Silva, quando relata que James resolve tais questões na justiça e nunca na violência.

Neste sentido, faça também sua analise das postagens de Rômulo Rocha e veja que em muitos momentos tais publicações dão entender que as autoridades não demonstram interesse no caso. Assim, pode-se concluir que as mesmas tem o objetivo de pressionar e constranger as autoridades.





Por Luciano Silva
Como diz o ditado: “Eu já sabia”,

Pois é, muito antes do depoimento do acusado do assassinato do radialista Gleydson Carvalho, já pensávamos na hipótese de uma acusação a pessoas que sempre procuraram resolver os assuntos por meio da justiça e não com as próprias mãos; Aconteceu.

Hipoteticamente o acusado do crime sentindo-se pressionado e aliciado, fez com que o mesmo fizesse uma confissão. Sabe se lá quem e o que ofereceram em troca de uma confissão supostamente falsa. Ofereceram uma redução de pena? O que é previsto em Lei quando o réu se torna delator, colaborando com as investigações. Ofereceram advogado? Explicaram ao réu a situação do mesmo e a previsão de tempo na cadeia caso não delatasse alguém?  “No jogo, tudo é possível”. São estas e tantas outras indagações que ficam no ar que só DEUS sabe respondê-las.

Uma coisa é alguém citar em juízo ou não, acusar o próximo, dá falso testemunho, outra é conseguir provar por meios concretos, pois qualquer bandido pode acusar alguém, “não tem nada a perder mesmo!”.

Muitos sabem que existe a presunção de inocência e o ônus da prova. Então até que se prove o contrário, a Lei diz que somos todos inocentes.

Será que alguém se atreve negar que não existe gente da mente maquiavélica e ardilosa movendo céus e terra querendo culpar o prefeito de Martinópole? Foi sempre assim, por que agora seria diferente?

Todos aqueles da convivência de James e demais pessoas são testemunhas que ele foi sempre o primeiro a dizer: “NÃO”, quando alguém tratava de violência no que desrespeitava ao assunto do radialista, como em qualquer outro caso, isto é fato.

O que se via e ouvia pelas ruas e não é segredo para ninguém, era a indignação de familiares e amigos próximos de James, por ele ficar quieto enquanto os outros "BATIAM" nele todos os dias, era no rádio, no Facebook através de fakes ou "opositores" a James.

Quando o mesmo era incentivado por terceiros a tomar providencias severas, James sorria e dizia: - “DEIXA PRA LÁ, DEIXA FALAREM”. Todas as ações tomadas por James, foram através da justiça.

Não estamos aqui defendendo ou acusando ferrenhamente alguém, mas colocando nosso ponto de vista, dando nosso depoimento, inquirindo, fazendo você refletir e buscar respostas.

Mas você já se perguntou porque determinada pessoa sabe lá de onde se desloca do seu estado supostamente convidado por alguém para fuçar neste fato lamentável? Tenho a ligeira impressão que certas postagens ou matérias publicadas na internet quer pressionar e constranger as autoridades que cuidam do caso. Particularmente, acredito na impessoalidade e competência das autoridades. Portando, não tem porque constrange-los com a publicidade de documentos que serão arrolados no processo e que estará disposição dos interessados.

Finalizo, citando novamente o texto da Constituição Brasileira de 1988 em seu artigo 5.°, inciso LVII: "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". Desta forma, o acusado de ato ilícito tem o direito de ser tratado com dignidade enquanto não se solidificam as acusações, já que pode-se chegar a uma conclusão de que o mesmo é inocente.

Texto baseado em depoimentos de pessoas de Martinópole

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