O diretório do PL no Ceará, presidido pelo deputado federal André Fernandes, declarou apoio formal a Ciro Gomes. O acordo prevê que o pai de André, o deputado estadual Pastor Alcides (PL), dispute uma vaga ao Senado na chapa de Ciro, dividindo o palanque com outros nomes de direita, como Capitão Wagner (União Brasil).
Foco regionalizado: Ciro Gomes tenta "desnacionalizar" a disputa. Ele declarou que a aliança é estritamente estadual para "libertar o Ceará" da crise de segurança pública e das facções. Ciro ressaltou que pertence ao PSDB e seguirá a orientação nacional de seu partido, evitando dar palanque direto ou declarar voto em Flávio Bolsonaro para a Presidência.
De forma simbólica, Ciro escolheu lançar sua pré-candidatura no bairro Conjunto Ceará, em Fortaleza, uma região periférica considerada um forte reduto eleitoral bolsonarista no estado.
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